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Olá sejam benvindos todos que acessam este site, todo o intuíto dos conteúdos aqui inseridos foram criados para o crescimento espiritual onde cada cristão deve focar nas palavras ditas por Jesus e registradas no livro de Marcos 16:15-20, todos devemos ser evangelizadores, adotando estas palavras, afirmamos que somos sim evangelizadores sem fronteiras, estas palavras chegam ao mais distante morador, por isso ela não tem e nunca terá fronteiras...

Sinta-se livre para expor sua opinião, ficaremos muito satisfeitos com seus comentários e se achar conveniente e desejar colaborar para o crescimento desta obra nós do noticias do Reino, lhes agradecemos.


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ouve-se a voz de Deus uma terceira vez

 

ENQUANTO ainda estava no templo, Jesus se sentia angustiado por causa do tipo de morte que logo teria de enfrentar. Sua principal preocupação era como isto afetaria a reputação do seu Pai; portanto, ele orou: “Pai, glorifica o teu nome.”

Com isso, saiu uma voz poderosa do céu, dizendo: “Eu tanto o glorifiquei como o glorificarei de novo.”

A multidão por perto ficou desnorteada. Alguns diziam: “Um anjo lhe falou.” Outros afirmavam que tinha trovejado. Mas, de fato, foi Jeová quem falou! Contudo, esta não foi a primeira vez que se ouviu a voz de Deus em conexão com Jesus.

No batismo de Jesus, três anos e meio antes, João, o Batizador, ouviu Deus dizer sobre Jesus: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado.” Daí, algum tempo depois da Páscoa anterior, quando Jesus foi transfigurado perante Tiago, João e Pedro, estes ouviram Deus declarar: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado; escutai-o.” E agora, pela terceira vez, em 10 de nisã, quatro dias antes da morte de Jesus, a voz de Deus foi novamente ouvida por homens. Mas, dessa vez, Jeová falou para que as multidões pudessem ouvir!

Jesus explicou: “Esta voz ocorreu, não por minha causa, mas por vossa causa.” Provou que Jesus era mesmo Filho de Deus, o prometido Messias. “Agora há um julgamento deste mundo”, continuou Jesus, “agora será lançado fora o governante deste mundo”. A vida fiel de Jesus confirmou realmente que Satanás, o Diabo, o governante deste mundo, merece ser “lançado fora”, executado.

Indicando as conseqüências da sua morte iminente, Jesus disse: “Contudo, eu, quando for erguido da terra, atrairei a mim toda sorte de homens.” Sua morte de modo algum significava uma derrota, pois, por meio dela, ele atrairia pessoas a si para que estas pudessem ter a vida eterna.

Mas, a multidão objetou: “Ouvimos da Lei que o Cristo permanece para sempre; e como é que tu dizes que o Filho do homem tem de ser erguido? Quem é este Filho do homem?”

Apesar de toda a evidência, incluindo terem ouvido a voz do próprio Deus, muitos não acreditavam que Jesus fosse o verdadeiro Filho do homem, o prometido Messias. Contudo, como fez seis meses antes na Festividade das Barracas, Jesus referiu-se novamente a si mesmo como “a luz” e incentivou seus ouvintes: “Enquanto tendes a luz, exercei fé na luz, a fim de que vos torneis filhos da luz.” Depois de dizer essas coisas, Jesus se retirou e se escondeu, evidentemente porque corria risco de vida.

Não exercerem os judeus fé em Jesus cumpriu as palavras de Isaías sobre ‘os olhos das pessoas serem cegados e seu coração ser endurecido para que não recuassem a fim de serem curadas’. Isaías teve uma visão das cortes celestiais de Jeová, inclusive de Jesus na sua glória pré-humana com Jeová. Ainda assim, em cumprimento das palavras de Isaías, os judeus rejeitaram obstinadamente a evidência de que Este era o seu prometido Libertador.

Por outro lado, muitos realmente depositaram fé em Jesus, até mesmo alguns dos governantes (evidentemente membros da suprema corte judaica, o Sinédrio). Nicodemos e José de Arimatéia eram dois desses governantes. Mas os governantes, pelo menos até então, esquivavam-se de declarar sua fé, temendo ser destituídos de sua posição na sinagoga. Quão grande foi a sua perda!

Jesus prosseguiu, dizendo: “Quem depositar fé em mim, deposita fé, não somente em mim, mas também naquele que me enviou. . . . Mas, se alguém ouvir as minhas declarações e não as guardar, eu não o julgo; pois não vim julgar o mundo, mas salvar o mundo. . . . A palavra que eu tenho falado é que o julgará no último dia.”

O amor de Jeová pelo mundo da humanidade moveu-o a enviar Jesus para que os que depositassem fé nele fossem salvos. O que determinaria se as pessoas obteriam a salvação seria a obediência às coisas que Deus instruiu Jesus a falar. O julgamento ocorrerá “no último dia”, durante o reinado milenar de Cristo.

Jesus concluiu, dizendo: “Não falei de meu próprio impulso, mas o próprio Pai que me enviou tem-me dado um mandamento quanto a que dizer e que falar. Sei também que o seu mandamento significa vida eterna. Portanto, as coisas que eu falo, assim como o Pai mas disse, assim as falo.” João 12:28-50; 19:38, 39; Mateus 3:17; 17:5; Isaías 6:1, 8-10.