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Jesus chamará os que estão mortos
Jesus chamará os que estão mortos

 

A humanidade por séculos se pergunta qual é a causa da morte, por que ela entrou no mundo e qual seu objetivo, ainda outros são ensinados que a morte se dá como punição da parte de Deus por pecados que você deve ter cometido ainda que involuntariamente, e independente da gravidade deste pecado todos recebem a punição Divina, isso se dá no seu caso? Você já se fez esta mesma pergunta e não encontrou uma resposta satisfatória? Quão bom é aprender sobre a morte e saber lidar com a mesma, e que há boas perspectivas para todos que morrem.

 A morte é a cessação de todas as funções da vida, em outras palavras, ela é o oposto da vida. Na Bíblia, as mesmas palavras usadas nas línguas originais são aplicadas tanto para “morte” ou “morrer” e estão relacionadas aos humanos, aos animais e a plantas, todavia, no caso dos humanos e dos animais, a Bíblia mostra que a função vital do sangue é sustentar a vida, declarando assim que “a alma da carne está no sangue”. (Gên. 4:8-11; 9:3) logo, tanto os humanos como os animais são mencionados como ‘expirando’, isto é, ‘exalando’ o fôlego da vida (Gên. 2:7. 07h21min, 22;) E as Escrituras deixam claro que a morte dos humanos e dos animais segue à perda do espírito (que é a força ativa) da vida. — Gên. 06h17min n;  7:15, 22; Ecles. 3:19

 Nas Escrituras, a primeira referência à morte ocorre no livro de Gênesis 2:16, 17, na ordem de Deus dada ao primeiro homem a respeito de não comer da árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau, cuja violação resultaria na sua morte. Porém, a morte dos animais, já naquele tempo ocorria como num processo natural, evidentemente já vigorava, visto que eles são deixados completamente fora da apresentação bíblica na introdução da morte na família humana. (2Pe 2:12.) A seriedade do aviso de Deus sobre a pena de morte pela desobediência, portanto, seria compreensível ao seu filho humano, Adão. A desobediência de Adão ao seu Criador causou-lhe a morte. (Gên 3:19; Tg 1:14, 15) Depois, o pecado de Adão e sua conseqüência, a morte, se espalharam a todos os homens. — Ro 5:12; 6:23.

Às vezes, apresentam-se certos textos como suposta evidência de que a morte física fora intencionada como conseqüência natural para os humanos, assim como para os animais; por exemplo, citam-se as referências à duração da vida do homem como ‘setenta ou oitenta anos’ (Sal 90:10) e a declaração do apóstolo, de que “está reservado aos homens morrer uma vez para sempre, mas depois disso um julgamento”. (He 9:27) No entanto, todos esses textos foram escritos depois de a morte se introduzir na humanidade, e são aplicados a humanos imperfeitos, pecaminosos. Pelo menos é preciso tomar em consideração a enorme longevidade dos homens que viveram antes do Dilúvio como reflexo do notável potencial do corpo humano, ultrapassando o de qualquer animal, mesmo nas condições mais ideais. (Gên 5:1-31) A Bíblia relaciona inconfundivelmente a introdução da morte na família humana com o pecado de Adão, conforme já se mostrou.

Diz-se que a humanidade apartada de Deus pelo pecado, em geral, está em “escravização à corrupção”. (Ro 8:21) Esta escravização se deve à operação do pecado nos seus corpos, produzindo seus frutos corrompedores, e todos os que não são obedientes a Deus estão sob o domínio do pecado como seus escravos, “visando a morte”. (Ro 6:12, 16, 19-21) Declara-se que Satanás tem “os meios de causar a morte”. (He 2:14, 15) Ele é chamado de “homicida” (Jo 8:44), não necessariamente por ele matar de modo direto, mas porque faz isso por meio de engano e de sedução ao pecado, por induzir ou estimular a transgressão que leva à corrupção e à morte (2Co 11:3), e também por fomentar atitudes assassinas na mente e no coração dos homens. (Jo 8:40-44, 59; 13:2, Tg 3:14-16; 4:1, 2.) Portanto, a morte não é apresentada como amigo do homem, mas como “inimigo”. (1Co 15:26) Geralmente, são os que sofrem extrema ou insuportável dor que desejam a morte. — Jó 3:21, 22; 7:15; Re 9:6.

A Bíblia mostra claramente que os mortos “não estão cônscios de absolutamente nada”, e que a morte é um estado de completa inatividade. (Ecles 9:5, 10; Sal 146:4) Os que morrem são descritos como indo para o “pó da morte” (Sal 22:15), tornando-se “impotentes na morte”. (Pr 2:18; Is 26:14) Na morte não há menção de Deus, nem se dá louvor a ele. (Sal 6:5; Is 38:18, 19) Tanto nas Escrituras Hebraicas como nas Gregas, a morte é comparada ao sono, uma comparação apropriada não só por causa da condição inconsciente dos mortos, mas também por causa da esperança de se acordar por meio da ressurreição. (Sal 13:3; Jo 11:11-14) O ressuscitado Jesus é chamado de “as primícias dos que adormeceram na morte” ( 1Co 15:20, 21) por que foi o primeiro humano a ressuscitar dentre os mortos e ascender para o céu.

Ao passo que os antigos egípcios e outros povos de nações pagãs, e especialmente os filósofos gregos, criam fortemente na imortalidade da alma humana, tanto as Escrituras Hebraicas como as Escrituras Gregas Cristãs dizem que a alma morre (Jz 16:30; ES 18:4, 20; Re 16:3), ela precisa ser liberta da morte (Jos 2:13; Sal 33:19; 56:13; 116:8; Tg 5:20) assim como na profecia messiânica a respeito de Jesus Cristo, ela é ‘esvaziada até a própria morte’ (Is 53:12; Mt 26:38). O profeta Ezequiel condena aqueles que conspiram ‘para entregar à morte as almas que não deviam morrer’ e ‘para preservar vivas as almas que não deviam viver’. — Ez 13:19, não há nenhum texto bíblico declarando que a ‘alma’ se separa do corpo no momento da morte”, ou seja, a “alma” é a vida que temos.